Quem penso que sou

Quem faz toda esta bagunça aqui sou eu, Francine Lima, jornalista meio engraçada, meio brava, que não se conforma com as mentiras que os rótulos contam. 

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Sou formada em comunicação social pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo -- ECA-USP (1997). Terminei o curso tentando entender por que havia tanta gente se alimentando mal e ficando obesa, mesmo com tanta informação sobre nutrição disponível na mídia. Foi o tema do meu TCC, Comendo de Mentirinha, que foi apenas minha primeira tentativa de chegar a uma boa resposta.
Essa pergunta nunca saiu de mim. Busquei a resposta ao longo de anos, atuando como repórter de revistas. Voltei à USP em 2012. Fiz o mestrado em Nutrição em Saúde Pública, com o professor Carlos Monteiro, mentor do Guia Alimentar para a População Brasileira (2014). Desta vez, eu queria entender como os discursos da rotulagem de alimentos interferem na promoção da alimentação saudável. Foi aí que veio a ideia de criar o canal Do campo à mesa, pra avisar pra todo que os rótulos precisavam mudar. 
Em 2015, passei a participar de grupos de trabalho sobre rotulagem de alimentos na Anvisa, no objetivo de tornar nossos rótulos muito mais claros. Também fui consultora do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome num projeto de estímulo às ações de educação alimentar e nutricional. 

A iniciativa

Do campo à mesa é uma pequena produtora de conteúdos e eventos que tem o objetivo de despertar a atenção das pessoas para verdades ocultas sobre os alimentos e aprimorar o seu senso crítico perante esse mercado. Quero que todos possam fazer escolhas com base na informação, não na desinformação. 
O nome Do campo à mesa remete à cadeia completa dos alimentos, desde a produção rural até o consumo, passando pela indústria, comércio, serviços, pela ciência de nutrição e tecnologia de alimentos e pela mídia. 
O foco do meu trabalho está em mostrar que o alimento que chega até nossa mesa é o resultado do trabalho e dos interesses de indivíduos e organizações atuantes em todos esses setores. Com isso, fica mais claro que, para acertar na escolha do alimento, é preciso conhecer o que todo esse pessoal fez desde o início da cadeia, lá na agricultura.
Minha bandeira é a transparência na comunicação entre quem alimenta e quem é alimentado. Defendo o jornalismo independente, o fim da publicidade enganosa e uma legislação de rotulagem de alimentos adequada às necessidades do consumidor. 
Meu conteúdo não é exatamente sobre nutrição. É mais sobre comunicação. As nutricionistas ensinam o que vale a pena comer ou não. Eu ensino a pensar sobre o que o mercado de alimentos diz.
E tenho meu jeitinho particular de defender minhas ideias. Gosto de misturar conversa séria com comédia, pois acredito que com humor e ironia minha mensagem chega mais rapidamente a mais gente.  

Como eu trabalho

Já que meu objetivo é despertar, abrir os olhos, uso diversas linguagens para fazer minha mensagem chegar a quem ainda não despertou. Uso um pouco de jornalismo, um pouco de didática, um pouco de teatro, um pouco de brincadeira infantil e o que mais a criatividade permitir. Dessa mistura toda resultam vídeos, textos, palestras, oficinas, gincanas e coisas que nem têm nome ainda, para divertir, informar e chacoalhar a cabecinha de adultos, adolescentes, crianças, educadores, nutricionistas e quem mais quiser aprender comigo. 
 
 
 

Trailer do canal

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