Ponto de partida

Em 2014, a Anvisa criava grupos de trabalho (GT) para estudar e debater mudanças na legislação de rotulagem de alimentos, reconhecendo que ela precisava de uma revisão.

Originalmente, os grupos eram formados por entidades de defesa do consumidor (Idec e Proteste), grupos de pesquisa de nutrição de universidades públicas (USP, UFSC), entidades profissionais da área de nutrição (CFN) e representantes da indústria (Abia, Abiad, Unilever, Nestlé). Não havia especialistas em comunicação ou design no grupo.

O que foi feito

A dissertação de mestrado de Francine Lima sobre a rotulagem de alimentos, defendida na Faculdade de Saúde Pública da USP naquele ano, foi apresentada à Anvisa
Francine defendeu que os GTs contassem com a participação de especialistas em comunicação e design
Francine Lima passou a integrar dois GTs: o de rotulagem geral e o de rotulagem nutricional
Nas reuniões dos GTs em Brasília, os participantes apresentaram trabalhos acadêmicos que justificavam mudanças na legislação
A partir das referências e sugestões apresentadas por Francine Lima, a Anvisa convidou uma especialista em design da informação da UFPR para contribuir com os estudos
Vídeos sobre temas discutidos nos GTs foram produzidos para o canal Do campo à mesa

Resultados alcançados

O GT de rotulagem nutricional avançou na discussão sobre a criação de um modelo de rotulagem nutricional para o Brasil que inclua informação suplementar frontal na forma de selo e integre a declaração de ingredientes, apresentada com maior visibilidade e clareza
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