Para produzir este material, consultei o material da campanha Chega de Agrotóxicos, a Lei 7.802/1989 (lei de agrotóxicos), diversos projetos de lei que pretendem modificar essa lei, incluindo o PL 3.200/ 2105, do deputado Covatti Filho (PP-RS). Consultei também o decreto da Dilma que autoriza situações de emergência sanitária,  páginas da Embrapa e reportagens sobre o tema publicadas anteriormente. Conversei por telefone com Leonardo Melgarejo, presidente da Agapan; com o médico Wanderlei Pignati, da Universidade Federal do Mato Grosso;  e com Giampaolo Buso, da empresa Paripassu. Consultei apresentações de participantes de audiências públicas realizadas no Congresso Nacional sobre o tema. Enviei perguntas por e-mail a diversos especialistas na questão dos agrotóxicos. Recebi respostas de Karen Friedrich, da Fiocruz; Lia Giraldo da Silva Augusto, também da Fiocruz; e Cleber Folgado, militante do Movimento dos Pequenos Agricultores. Procurei também o deputado Covatti Filho. O deputado não me atendeu, mas conversei por telefone com seu assessor, que disse que, segundo informações de corredor, várias partes do PL 3.200 provavelmente seriam eliminadas pelo relator da Comissão que está avaliando o tema.
 

 

                      

 
Este conteúdo tem o apoio da ACT Promoção da Saúde, organização não governamental focada na promoção de políticas públicas de saúde que contribuam para a criação de ambientes saudáveis, em quatro áreas-chave: controle do tabagismo, controle do álcool, alimentação saudável e atividade física.
A ACT e o canal Do campo à mesa fazem parte da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, formada por organizações da sociedade civil de interesse público, profissionais, associações e movimentos sociais, que tem por objetivo de desenvolver e fortalecer ações coletivas para a promoção de políticas públicas que garantam a segurança e soberania alimentar e nutricional no Brasil.
 

 

 

 

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